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Nossos Produtos

 
 

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1Abimaq acha difícil 2017 ser pior que 2016 e aposta em demanda reprimida

O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), João Velloso, aposta numa demanda reprimida por novas tecnologias capaz de impulsionar a produtividade no Brasil, o que seria positivo para o setor que representa. A projeção de uma crise política em 2017, porém, desanima os fornecedores, que, sem perspectiva, não se motivam a buscar financiamento para crescer. "A demanda está reprimida. Que dia ela vai acordar? Não sei. Olhando pelo lado político, 2017 será um ano de crise. O investimento quer acontecer, mas há a trava política. Ainda assim, acho difícil que o ano que vem seja pior do que este", afirmou Velloso, após participar de evento no Rio, em que demonstrou a associados a apresentação feita ao presidente da República, Michel Temer, com números do setor e reivindicações. Pelas contas da Abimaq, neste ano, o setor terá faturamento líquido constante (ajustada a inflação) de cerca de R$ 70 bilhões. Até outubro, faturou R$ 68 bilhões e, em 2015, R$ 87 bilhões. O desempenho da indústria de máquinas e equipamentos está em decadência desde 2013, quando o faturamento líquido fechou em R$ 115 bilhões. A pauta de reivindicação apresentada a Temer não é nova: refinanciamento dos débitos fiscais, fortalecimento do papel de fomentador do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e câmbio competitivo são os principais pedidos. "O Banco Central está destruindo o setor produtivo", complementou Velloso, reclamando do alto patamar da taxa básica de juros. Há ainda uma pauta específica sendo tratada com o Ministério de Minas e Energia (MME), relativa ao setor de petróleo e gás natural. Na visão da Abimaq, as grandes petroleiras, entre elas a Petrobras, estão em lado oposto ao da indústria nacional fornecedora de máquinas e equipamentos, por buscarem a flexibilização da política de conteúdo local. A Abimaq tenta garantir os benefícios dados aos importadores por meio do Repetro, que isenta de impostos a compra no exterior, sobretudo, de bens para a construção de plataformas. O Ministério da Fazenda tem marcado encontros para ouvir todo o setor sobre a possível extensão do regime especial, mas, segundo o presidente da entidade, nenhuma posição oficial foi externada até agora. Outro debate gira em torno da flexibilização das regras de conteúdo local, uma nova política, batizada de Pedefor, que deve ser analisada pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), na próxima quarta-feira, 14. A Abimaq expôs os seus argumentos a favor da indústria nacional ao ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho, em reunião realizada no dia 30, mas, segundo Velloso, saiu do encontro, mais uma vez, ainda sem uma posição clara por parte do governo federal sobre a solução que será dada para atrair o investimento das petroleiras sem comprometer a geração de emprego localmente. Fonte: http://www.opovo.com.br/noticias/economia/ae/2016/12/abimaq-acha-dificil-2017-ser-pior-que-2016-e-aposta-em-demanda-reprimi.html

2Indústria prevê retomada de crescimento em 2018
O caminho que levará o Brasil ao crescimento econômico é árduo, dependerá dos ajustes propostos pelo Governo Temer, e poderá ficar mesmo pra 2018. O cenário foi traçado pelo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o mineiro Robson Braga, e o senador pernambucano Armando Monteiro Neto, que também presidiu a Confederação. Os dois industriais estiveram em Natal na terça-feira (6), para receberem a Medalha do Mérito Industrial Walter Byron Dore, outorgada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte(FIERN). Também foram homenageados com a comenda os industriais potiguares Arnaldo Gaspar, Flávio Azevedo e José Brito. A solenidade foi realizada no Solar Bela Vista e reuniu o governador, secretários de estado, empresários e convidados. “Nós ainda não estamos experimentando indicadores que possam confirmar a recuperação da economia. Estamos diante de um caminho que não é fácil, é áspero, mas as medidas para reequilibrar a economia brasileira já estão em curso”, disse Armando Monteiro Neto. O senador afirmou que o ajuste fiscal que o país promove, através da PEC 55 (Teto dos Gastos), e o enfrentamento de questões que ele considera muito complexas, como a reforma da Previdência, coloca o Brsil na agenda correta. Mas reconhece que ainda não há sinais que indiquem a recuperação da economia. Para Monteiro Neto, se houver um rearranjo na economia, o setor empresarial, especialmente o setor industrial, responderá rapidamente, investindo e retomando a confiança “porque esta é a vocação do empresário industrial brasileiro”. Se não melhorou, pelo menos deixou de piorar. Assim pode ser traduzida a visão do presidente da CNI sobre a economia. “2017 ainda vai ser um ano muito difícil, em que o PIB industrial não terá crescimento, mas vai se estabilizar”, afirma Robson Braga. Segundo ele, o país deve trabalhar para criar as bases para que 2018 possa ser um ano de desenvolvimento e de crescimento. Mas para isso, na opinião de Braga, é fundamental enfrentar as corporações, aprovar um pacote de ajuste fiscal e o teto do aumento dos gastos públicos. O presidente da CNI chamou atenção para a grave crise dos estados. “Nós estamos vendo que os governos estaduais não têm a menor condição de honrar seus compromissos, as suas despesas. Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro já decretaram calamidade e outros vão seguir o mesmo caminho”, alertou. Para o presidente da CNI, é preciso que a sociedade se conscientize das mudanças necessárias, do limite do teto de gasto público e também da questão da Previdência. “O país precisa de mudanças, mesmo que tenha sacrifícios de alguns hoje para benefícios de outros amanhã”. Em seu discurso na cerimônia da entrega das medalhas, o presidente da FIERN, Amaro Sales, defendeu as reformas: “são inadiáveis, portanto, medidas mais ousadas em relação à Previdência Pública, às Leis Trabalhistas e Tributárias”. E complentou que é necessário um pacto para o Rio Grande do Norte: “Não encontro outro caminho senão a subscrição de um pacto, sob a liderança do governador Robinson Faria, entre os Poderes e a sociedade civil organizada para enfrentarmos o complexo conjunto de variáveis que penaliza a economia potiguar”. Amaro Sales também se mostrou preocupado com o desemprego. “Um país que tem 12 milhões de desempregado preocupa; 200 mil [desempregados] só no RN, temos de fazer alguma coisa porque podemos ter um caos social”. O governador Robinson Faria, presente à solenidade, fez um relato sobre as dificuldades que os estados nordestinos têm encontrado para negociar crédito com o Governo Federal: "92% da dívida estão com os estados do Sul e Sudeste e o Nordeste é que recebe tratamento desigual". Ele também fez um apelo aos presidentes da FIERN, CNI e Fecomercio, e ao senador Armando Monteiro Neto, para que intercedam junto ao ministro Fernando Meirelles em favor dos estados nordestinos. Robinson Faria afirmou que está indignado com a postura do Governo Federal e que os estados nordestinos não podem ser penalizados pelas elevadas dívidas contraídas pelos estados do Sul e Sudeste. Fonte: Novo Jornal
3A importância do brunimento dos cilindros
O brunimento é a operação de usinagem para acabamento da superfície interna dos cilindros. São “riscos” em ângulo, que normalmente podem variar de 90° a 120°. Tem a função de vedação, controle de consumo e retenção de óleo lubrificante para lubrificação da parede dos cilindros e dissipação de calor entre anéis e cilindro, que varia conforme a rugosidade especificada. O processo de brunimento dos cilindros deve ser bem controlado para que o assentamento dos anéis seja realizado de maneira suave e assim, evitar o desgaste prematuro e o excesso no consumo de óleo lubrificante. Fonte: Clube do Diesel
4Cuide bem do seu motor!

Para uma melhor manutenção procure um serviço autorizado onde existem profissionais treinados pela fábrica e deverão utilizar ferramentas especiais de ajustes e medições em seu motor, além de montá-lo utilizando-se dos procedimentos corretos recomendados pelo fabricante do motor. Se houver necessidade de peças de reposição exija sempre peças originais!